Jesus disse que viu Satanás caindo do céu. E isto enquanto os 70 discípulos enviados por Ele para pregar o Evangelho, curar os doentes, e anunciar o reino de Deus, iam de cidade em cidade, apenas levando quase-nada além de si - mesmos, porém inteiros de alegria e fé.
Paulo diz que na Cruz Jesus “despojou os principados e potestades espirituais, triunfando deles...”
Já o Apocalipse nos diz que chegaria uma hora na qual Satanás seria lançado na Terra... Então se diz: “Ai da Terra e dos que nela habitam!”
Pessoalmente creio que estamos vivendo existencial, psicológica, tecnológica, política, econômica, ecológica e espiritualmente — em dias apocalípticos!
Isto porque, além de todas as evidências esmagadoras que nos cercam como “fato-de-morte”, e que hoje são afirmadas não por profetas e videntes, mas por cientistas de todas as áreas —, temos algo mais sério ainda em curso; e que nenhuma ciência parece perceber a gravidade de morte que ela trás consigo.
Escrevendo a Timóteo, na segunda carta, Paulo diz no capítulo 3 que nos “últimos dias” os homens, para além de qualquer outra coisa, perderiam o afeto natural. E afirma que a morte da afetividade faria perecer com ela a reverência e a honra a pai e mãe; o que traria à reboque um estado de desafetividade que acabaria por produzir uma sociedade global feita de homens e mulheres implacáveis, egoistas, narcisistas, amantes apenas de si mesmos, e incapazes de aprender-apreendendo a verdade no íntimo; o que gestaria almas em crescente estado de auto-indulgência e uma quase total incapacidade de amar.
Pois assim como em Jesus vai-se de glória em glória até a estatura do varão perfeito; no diabo se vai de desfiguração em desfiguração até ficarmos a cara de Satanás.
Ora, tudo isto combina com o que Jesus disse ao se referir a tais “dias”; pois Ele nos disse que “naqueles dias os homens odiariam, trairiam, e matariam uns aos outros...”; e afirmou que os “inimigos do homem seriam os de sua própria casa”; completando com a afirmação que afirma que “por se multiplicar a iniquidade”, o amor se esfriaria “de quase todos”.
Assim, com o diabo caído na Terra e com fome de morte; e com os homens se tornando semelhantes ao diabo e cada vez mais dês-semelhantes de Deus — o futuro dos humanos é sombrio!
Na realidade, como não se pode estudar as ações do diabo na Terra, posto que o próprio diabo está limitado ao “fornecimento” de material espiritual, moral e cultural que a humanidade lhe oferece, o que fica visível aos olhos não é o diabo no homem, mas sim o homem no diabo.
Sim, porque de fato o homem está virando diabo!
Cada vez mais o melhor modo de saber como é o diabo é olhando a humanidade. Isto porque o diabo (diabulos) é aquele que divide; e Satanás é aquele que se opõe; ou seja: é o adversário.
Ora, olhando para qualquer lugar da Terra e observando os humanos, tem-se que admitir que a humanidade existe cada vez mais em razão das divisões e das guerras de todas as formas e maneiras. Vivemos numa sociedade dividida e na qual o outro é o inimigo; e isto indo da religião, passando pelas relações humanas em geral (especialmente as que envolvem sexo, dinheiro e poder), e chegando ao mercado de trabalho, pois o concorrente já nem mesmo tem que ser vencido; de fato ele tem que ser aniquilado.
Além disso, a morte da afetividade, do respeito aos mais velhos, da reverência aos pais, do amor dos pais pelos filhos, da fidelidade, da gentileza, das educações mais banais, da solidariedade, da honestidade, da dignidade pessoal, do respeito pela existência de qualquer que seja o próximo — foi o poder-ausência que criou essa humanidade da qual somos parte; e que é feita de diabos, quase em sua totalidade.
O espírito do diabo está tão presente e imanente na maioria das consciências humanas, e até naquilo que entre nós se chama de Direito, Justiça e Crença, que já não se deve praticar qualquer tipo de “batalha espiritual abstrata”, posto que os demônios estão andando ao nosso lado todos os dias, em todos os lugares; e não são espíritos invisíveis, mas cobertos de carne, pele e ossos...; e muitas vezes travestidos até de “cristãos”.
A tragédia “destes últimos dias” é que a humanidade vai perdendo a “imagem e semelhança de Deus”; e, dia a dia, vai se tornando mais e mais parecida com o próprio diabo.
E isto não é algo que deve ser dito apenas aos distantes e diferentes... “de nós”.
Não! Isto deve ser dito a nós mesmos; e dentro de nossas próprias casas, famílias, igrejas e governos; e também a cada forma de expressão humana que nos cerca; pois, em quase todas elas, vemos sutilmente os humanos ficando a cara do diabo; e isto sem que o percebamos.
Basta ver o que existe em você. Sim, procure por amor, perdão, graça, misericórdia, compaixão, reverência, gentileza, bondade, alegria simples, e também pela fé que opera pelo amor —; sim, dentro de seu coração busque tais coisas; e, não achando tais coisas enraizadas em você, olhe para os céus e peça misericórdia a Deus; e isto a fim de que você e eu não sejamos tragados pelo bafo do inferno que seca a umidade do amor no chão da alma humana.
Nele, que nos disse como seria..., a fim de que não nos tornássemos o que não fomos criados para ser,
Pode soar terrivelmente cruel esse título, mas quem está mergulhado no ministério sabe o que digo. E quando digo “NÂO GOSTO” não é uma forma de dizer outra coisa, é que eu não gosto mesmo do jeito de 90% dos pastores, cantoras e crentes que conheço.
Não consigo assistir aos debates, os preletores são muito despreparados teologicamente e incrivelmente soberbos em suas opiniões. Não tenho sangue de barata para me manter frio durante uma hora de abobrinhas ditas como verdades absolutas. Os olhares altivos, a pose, os títulos, a forma diferenciada de falar puxando o “S”, as caretas na frente das câmeras, tudo isso me enoja... No final todo mundo se entrega e mostra o lado provinciano tentando divulgar seus “produtos” para quem pode ajudar.
Quanto aos pastores, grupo do qual faço parte, tenho acrescentar que toda soberba será abatida, e toda exploração do povo de Deus está sendo vista. É impossível que um pastor viva desencanadamente com um carro de cem mil reais enquanto existem irmãos que dariam tudo por uma bicicleta para pregar o evangelho em vilarejos no Brasil.
Estive conversando com uma mulher sem religião que mora em uma comunidade onde funciona uma igreja neo pentecostal. Ela me disse que tem nojo de crentes porque eles jogam sal grosso no quintal dela e vivem de nariz em pé. As palavras dela foram: “NUNCA vou freqüentar essa igreja, os crentes são muito metidos a besta”.
Dei razão a ela. Eles não são agentes de transformação, mas inimigos da comunidade; Não são pregadores do evangelho, mas detentores dos dogmas que matam. Em 5 minutos de conversa, apertei a mão daquela mulher e disse a ela sou de Cristo, mas não sou metido a besta e beijei-lhe a mão. Bastou para que ela se abrisse e nos desse toda confiança que precisávamos.
Os cantores e as cantoras se acham a elite do gospel. Desfilam com seu exército de fãs empunhando posters e cd´s, chorando e gritando o nome do artista que ganha e gaha bem pra isso. Não gosto de crentes porque são idólatras e não discernem da mão esquerda pra direita. São os piores cegos, os que não querem enxergar.
Daqui para frente salvo raras exceções, prefiro não ter muito contato com crentes, prefiro dividir meus momentos com meus irmãos de fé e gente que não é crente, nem cantor, nem pastor, porque esses encontros não tem me edificado nem um pouco, pelo contrário só tem feito com que eu me decepcione mais com o rumo das coisas. Deus me livre!
P.S.Parabéns pelo texto, (Pastor) Márcio. É exatamente isso que nos falta hoje em dia: Objetividade, sinceridade e verdade! Concordo em tudo que foi dito. Além de repudiar, tenho nojo dessa gente. Vivi (vivo) situações parecidas com a sua em que as pessoas não querem nem ouvir a palavra “crente”. Enfim, seu texto é exatamente o que vivo e sinto. Abração
Como assim? Sim, estou vivo...rs...e por sinal, muitíssimo vivo.
O lance é que dei uma desanimada de Net, MSN, Orkut... Só entro mesmo para ler jornal, saber do meu Mengão e nada mais. Estou meio que saindo deste mundo virtual, fictício e mentiroso para viver o mundo real, onde as pessoas se olham, se tocam e demonstram (verdadeiramente) o que estão sentindo. Ultimamente tenho me relacionado com pessoas e não com máquinas. A experiência com“máquinas” só trouxe coisas ruins para minha vida, por isso estou dando um tempo.
Confesso que está sendo ótimo!
Andei lendo uns livros... “Uma Ortodoxa Generosa”, “Anjos e Demônios” (tb vi o filme), “As Cinco pessoas que Você Encontra no Céu” e ainda tem na espera “A Cabana” e o “O Legado Dos Templários”... Enfim, minha vida está mais saudável. Obrigado, Fran!
Ah, eu indico TODOS!
Estava aqui pensando... Pô, com a internet eu consegui montar minha banda, gravar meu CD, tocar em outros Estados, conheci e fiz grandes amigos, amigas... Meu Deus, quanta coisa legal...
...Mas quer saber? Se eu pudesse voltar no tempo...
Cheguei à conclusão que a Net pode ser benéfica e muito perigosa na mão de pessoas maldosas, oportunistas e sem caráter. Então chega, a literatura está me curando...rs
A Net só é legal quando vc quer se esconder de alguém ou de alguma coisa que te importuna, o que não é o caso hoje... Estou livre!
E por falar em liberdade... No último sábado (20 de junho) fui a Lona Cultural de Jacarepaguá para curtir o Showzaço do Toni Platão, que contou com a abertura da surpreendente Luciana Pestano e encerramento de nada mais, nada menos que Hojerizah. Demais!
Logo de cara, dando um baita recado (pq eu não a conhecia), foi o show da Luciana Pestano... Que bandaço! Que vocal! Melodias riquíssimas com belas letras. Eu indico.
Depois veio o Toni e fez “aquele show”... Sem comentários.
Aproveito tb para deixar um forte abraço ao Wlad, grande amigo e excelente baixista que está acompanhando o Platão. Pô, nem sabia, mas foi uma baita surpresa encontrar o cara por lá.
Para encerrar a noite com chave de ouro... Hojerizah!
Na boa, não dá para descrever o que senti ouvindo os caras. Que noite! Saí de lá aliviado, flutuando e muito feliz. Não posso usar aqui o que disse a uma amiga para descrever o que foi o show...rs
Segue dois vídeos:
Como muito bem disse minha irmã Erica: Para o alto e avante!
A pior coisa que pode acontecer a uma amizade ou relacionamento... — é quando os amigos ou parceiros julgam que se conhecem mutuamente por completo; e, também, quando pensando assim, os anos se passam, e eles, por julgarem conhecer o outro, o congelam em um estado de imutabilidade...; e, desse modo, sem que se saiba o que outro quer..., já se o interpreta; ou quando não sabendo que algo nele mudou..., se o fixa por antecipação; ou quando amando o outro, se assume que nosso amor por ele é apesar dele, pois, não damos mais a ele o poder de nos surpreender..., apenas porque o tenhamos frisado numa bolha de amor fraterno ou relacional que já não o permita mudar aos nossos olhos.
É assim que as amizades vão morrendo e os casamentos vão ficando a mesma coisa... Sim, pois a história impõe vícios interpretativos!
A coisa boa de uma amizade é justamente a expectativa de mutabilidade para o bem... Por isto, verdadeiros amigos sempre se encontram esperando o melhor como surpresa fraterna.
O mesmo se pode dizer do casamento.
Quando os cônjuges perdem a esperança e alegria na possibilidade de que o outro cresça e mude, então, inicia-se o processo de falência do amor... Digo, não do amor mesmo, que tudo sofre e segue adiante... — mas falo do amor conjugal, que se alimenta também da alegria pela existência do outro; e, mais que isto: sempre espera que o bem não cesse na vida dele.
Na realidade, se há um ambiente no qual mais do que em qualquer outro não se deve julgar para que não se seja julgado, esse tal ambiente é o da amizade e o do casamento.
Entretanto, é justamente em tais/mesmos/ambientes que menos se leva á serio tal recomendação de Jesus.
Sim, pois é aí, pela suposta segurança e indissolubilidade do vínculo, que mais se julga, se interpreta e se projeta sobre o outro aquilo que não necessariamente nele esteja presente ou sequer em processo de existência.
“Segurança relacional”, seja pelo casamento ou pela amizade, não devem funcionar justamente para a realização do oposto: a ofensa, o julgamento, o sincericidismo, ou a impaciência que diz: “Já sei que tipo de coelho sai dessa mata...”
Todavia, é porque as pessoas se sentem “seguras”, que ofendem, julgam ou pré-definem o outro; e, depois, não sabem por que ambos vão ficando cada vez mais distantes... Todas as coisas sadias se alimentam de pequenas gentilezas.
Todas as coisas sadias, por mais intimas que sejam, guardam sempre um lugar para a parcimônia e o cuidado da não ofensa.
Todas as coisas sadias em um relacionamento se alimentam de cuidado e carinho... Todas as coisas sadias em um vínculo..., demandam e dependem do evitar das gritarias e das histerias que ofendem sem capacidade para retirar a ofensa.
O que se precisa crer sempre é que o outro, seja o amigo ou o cônjuge, são seres com quem Deus também fala; por isto, muitas vezes, é melhor que a nossa naturalidade no trato persista na direção do outro, sempre crendo que não é a nossa voz a única que fala, posto que Deus também fale; especialmente quando abrimos mão da gritaria e entregamos a questão ao amor e à verdade de Deus.
O momento relacional mais difícil é aquele no qual um dos implicados ou mesmo ambos, julgam que já se tornaram tão amigos ou íntimos, que o relacionamento já se cimentou de um modo tão concreto que já não mais se quebre.
Aí reside grande engano... Pois, o amor não acaba, mas pode entrar em um processo de tanto sofrimento, que, em razão disso, perca a felicidade no se dar.
Cada um de nós deve pensar nisto; e, mais que isto: deve ver com quem se perdeu a delicadeza de manter a amizade ou a conjugalidade como coisa nova todos dias; dando sempre ao outro a chance de amanhecer melhor para nós, e nós para ele; assim como são as misericórdias de Deus todos os dias, renovando-se a cada manhã.
A liquefação da alma humana é um fato tão real nesses dias de carência, de vazio de caráter e de perda da individualidade sadia, posto que a verdadeira individualidade tenha sido trocada pela persona de grife e de moda generacional a ser adotada como personalidade, que, hoje em dia, já não existe mais o ambiente da tentação.
Tentação pressupõe caráter, conteúdo, idéia, opinião, certeza, principio, fé e conduta segundo valores pessoais.
Sem tais coisas não existe tentação...
Ora, como a maioria desistiu dessas coisas há algum tempo, no máximo fazendo gestão pública do aparecimento ou não da coisa considerada “tentação” do ponto de vista das convenções, o que resta é que as pessoas existem cada vez mais apenas ante o que possam ou não possam, consigam ou não consigam, alcancem ou não alcancem — pois, de fato, poucos são ainda os que, podendo, não façam o que possam; conseguindo, não realizem os que conseguiriam; e, podendo alcançar, desistam de fazê-lo apenas por uma questão de principio.
Hoje o que vejo muito é gente zangada com Deus por não as haver ajudado a cair em tentação... Sim, raiva de Deus por não ter transformado a obsessão na tentação em uma feliz resposta à oração.
Pouca gente hoje diz não à tentação...
A oração existencial é: “E não nos livre da tentação, mas apenas das conseqüências de seu mal contra mim!”
A questão que ficou ante o fenômeno do estar tentado é apenas a constatação de que se pode ou não fazer aquilo... Digo “pode” apenas do ponto de vista da exeqüibilidade ao não do desejo... Tentação se tornou apenas uma alternativa que pode ou não ser abraçada, dependendo de se conseguir manter a tentação em segurança.
Ou seja: Tentação não realizada é apenas aquela que não “rolou”... Pois, se “rolar”, e se “rolar com segurança”, a tentação já não será um problema.
De fato, para muitos, aí está a benção: entregar-se a tentação fugindo de suas conseqüências danosas, socialmente falando, e olhe lá...Hoje tentação é apenas o desejo que só não será realizado se o malandro achar que pode fazer muito mal a ele; pois, caso ele assim não veja a tentação como problema prático, a decisão de acolhê-la já está a priori abraçada pela maioria.
Cada vez menos se encontra gente que, podendo, não faça; que, conseguindo, não realize; que, desejando, não busque alcançar.
Leio as cartas que me mandam e vejo que no máximo o que acontece aos “crentes de hoje” é a culpa à posteriori, depois que tudo virou bosta...
Antes, no entanto, quase ninguém tem mais luta... A maioria vai mesmo... Assumiram que é irresistível... Abraçaram o mal como destino normal.
Tenho saudades do tempo em que as pessoas ainda lutavam contra a tentação. Sim, sou saudoso do tempo em que se dizia a si mesmo ante a tentação, que nenhuma tentação seria maior do que as nossas forças, conforme Paulo afirma.
Não! Hoje, quase que de modo geral, todo “crente” acha que toda tentação seja irresistível... E mais: sentem-se bobos quando não cedem a ela...
“Vigiai e orai para que não entreis em tentação” se tornou algo diferente: “Fique de olhos bem abertos para não perder a oportunidade da tentação, pois, pode ser que você nunca mais a tenha desse modo, com essa pessoa, com esse conjunto de benefícios, no caso de se ficar bem atento..., de olhos bem abertos, a fim de que não seja apanhado no flagra”.
Depois escrevem querendo saber por que o inferno parece com o inferno e perguntando por que a existência parece gerida pelo próprio diabo.
Olhe para dentro de você mesmo e você verá a diferença entre você e você mesmo; entre você hoje e você no tempo em que o caráter do Evangelho ainda existia em sua consciência.
Quando a tentação deixa de ser tentação, creia, é porque a alma já se liquefez e a pessoa nem percebeu... Virou pasta.
Nele, que foi tentado em todas as coisas, mas sem pecado,
Caio
P.S.Caráter? Consciência? Tá bom...Mas se vc não entendeu o texto, leia novamente...rs...É a sua cara!
Minha laranjeira verde, por que está tão prateada?
Foi da lua dessa noite, do sereno da madrugada
Tenho um sorriso bobo, parecido com soluço
Enquanto o caos segue em frente
Com toda a calma do mundo.
P.S.Ah, não preciso falar muito desta letra...Na verdade, EU que deveria te-lá escrito...rs..É isso aeh e muito mais, pode crer. Vitor e Léo porra nenhuma...rs...Outra coisa...meu blog foi indicado ao Top Blog (nem sei como) e, provavelmente, terei que pedir os votos de vcs, galera amiga que sempre pinta por aqui. Só tenho que agradecer. Vcs são FODA! Falo mais sobre isso no próximo post. Um beijo no coração de vcs. Tchau!
Para onde foi aquele velho amigo? Perdido em uma canção de fevereiro Diga a ele que não vai demorar muito Até que ele abra os olhos, abra os olhos Onde está aquele dia simples? Antes que as cores virassem sombras E como eu apaguei-me Nesta vida, nesta vida?
E eu nunca quero te desapontar Desculpe-me se eu fujo Quando tudo o que eu soube é achado e perdido Eu prometo eu, eu volto para você um dia
A Manhã está acordando E as vezes é mais do que o suficiente Quando tudo o que você precisa é amar Está na frente dos seus olhos Está na frente dos seus olhos
E eu nunca quero te desapontar Desculpe-me se eu fujo Às vezes é díficil achar o chão Porque eu continuo caindo enquanto tento escapar Desse mundo maluco
E eu nunca quero te desapontar Desculpe-me se eu fujo Quando tudo o que eu soube é achado e perdido Eu prometo eu, eu volto para você um dia
Para onde foi aquele velho amigo? Perdido em uma canção de fevereiro Diga a ele que não vai demorar muito Até que ele abra os olhos Abra os olhos
P.S. Descobri Josh Groban por acaso, ouvindo a rádio Antena1 FM (103,1) - Rio de Janeiro e, para minha surpresa, além de ser uma bela música, a tradução tb é belíssima. Ouvi tanto que já acho saber cantá-la...rs...E como não poderia deixar de ser, divido com vcs. Ah, vale a pena tb conhecer o trabalho do cara. Espero que curtam. Vou dormir, amanhã é dia de Mengão no Maracanã. Até a vitória! Cuidem-se, não se escondam, e sejam SEMPRE verdadeiros!
Acabei de ler esta mensagem na net e lembrei de vc, lembrei do que me falou hj. Sei que palavras são palavras, e que muitas vezes não conseguimos colocar em prática... mas dá uma lida nisso.
Isso também passa...
Certo dia um sacerdote percebeu a seguinte frase em um pergaminho pendurado aos pés da cama de seu Mestre:
"Isso também passa", e com a curiosidade inerente de um ser humano, resolveu perguntar:
- Mestre o que significa a mensagem em cima da sua cama dizendo: "Isso também passa"
O Mestre sem titubear responde:
“A vida nos prega muitas peças, que podem ser boas ou não tão boas assim, mas tudo significa aprendizado”.
Recebi esta mensagem de um anjo protetor num momento de profunda dor onde quase perdia a fé.
Ela é para que todos os dias quando me levantar e me deitar eu possa ler e refletir. Para que quando eu tiver um problema, antes de eu me lamentar, eu possa me lembrar que "Isso também passa", e para quando estiver exaltado de alegria que tenha moderação e possa encontrar o equilíbrio, pois "Isso também passa".
Tudo na vida é passageiro, inclusive a própria vida, tanto as tristezas quanto as alegrias, praticar a paciência e perseverar no bem e nas boas intenções, ter simplicidade, fé e pensamentos positivos mesmo perante as mais difíceis situações é saber viver e fazer da nossa vida um constante aprendizado.
É ter a consciência de que todas as pessoas erram, de que ser humano é ainda um ser imperfeito em busca da perfeição e por isso ainda sofre, é saber que se muitas vezes nos decepcionamos com pessoas é por que esperamos mais do que elas estão preparadas para dar, dentro de seu contexto e grau de compreensão.
Deste modo, meu amigo, toda vez que olho esta mensagem, meu coração se aquieta e a paz e invade, pois sei que "Isso também passa”.
Bjs
Franci Rangel
P.S.Oi Fran, como prometido, publiquei o texto que me enviou. Com certa demora, é verdade, mas está aí...rs...Muito obrigado, amei! O Mestre, assim como vc, tem razão...Isso também passa. Aliás, TUDO PASSA! Voltar a sorrir é só uma questão de tempo. Beijão pra ti!
O que devo fazer agora que começo a crer no Evangelho?
“O que devo fazer agora que começo, a saber, a conhecer e a crer no Evangelho?” – é a pergunta honesta de muitos pastores, líderes cristãos e gente que tem anos de estrada na “igreja”, mas está conhecendo a Palavra agora.
Veja:
Primeiro: Você precisa viver o que conheceu e creu. Até porque, sendo a natureza do Evangelho essencialmente espiritual e existencial, alguém só pode dizer que começou, a saber, a conhecer e a crer se tiver tido algo da experiência interior do amor, da graça e do perdão de Deus. Do contrário, jamais poderá conhecer nada além de doutrinas, de textos bíblicos, de dogmas e cartilhas comportamentais que, espiritualmente, nada acrescentam ao coração em relação a experimentar o amor de Deus.
Segundo: Você deveria viver de tal modo que as pessoas (de um modo ou de outros, não em razão de maneirismos, trejeitos ou performances) pudessem saber que existe algo divinamente humano e humanamente divino em você.
Terceiro: Você deveria falar a Palavra no contexto da vida, como Jesus fez. Existe hora de pregar algo como pregação. Mas, na maioria das vezes, a oportunidade é para falar o Evangelho dentro do contexto da vida, indo…
Quarto: Você não deve “se ocupar” de religiosos (cristãos ou não) que apenas desejam disputar certezas e verdades. Se esses procurarem você, anuncie-lhes a Palavra com honestidade. Caso não façam isto, não seja daqueles que desejam fazer “prosélitos da Graça”. Não persiga ninguém, não procure briga e no que depender de você, tenha paz com todos os homens. Não se distraia.
Quinto: Você deve objetivar seu desejo de anúncio da Palavra aos que nada sabem dela, ou que mesmo sabendo estão magoados com a vida e com “Deus”. Ame-os; e o mais acontecerá.
Sexto: Você não deve ficar só. É fundamental que você se reúna com outros; ou que chame outros para reunirem-se com você em torno do Evangelho. Reúna amigos e conhecidos. Não seja mais passivo. Agora é hora de agir. De sair. De convidar a todos, até pelos becos. Seja corajoso e pregue. Não fique encolhido.
Sétimo:Você nunca deve pensar que chegou a lugar algum. Lembre-se sempre que você é um peregrino, um caminhante; e a jornada só termina quando acaba. Portanto, nunca pare de andar e de crescer. A altura de seu entendimento será sempre conhecida pela profundidade de sua jornada no chão da vida.
Desse modo:
Leia muito a Palavra, especialmente o Novo Testamento. Pois poucos hoje em dia lêem os evangelhos de ponta a ponta; sem os “guias de estudos” — os quais quase sempre desguiam a compreensão natural e simples da Palavra. Ore incessantemente, em todo o tempo, no Espírito Santo; sempre com um coração que não busca ser nem o maior, nem o melhor, nem membro do que é verdadeiro, e nem tirano de certezas — mas sim como servos de todos.
Porém, sem medo de dizer o que se crê e sem temor de “evangelizar” judeus (religiosos) e gregos (os “de fora”) — com as Boas Novas do Evangelho. Todos — cristãos e não cristãos — precisam ser evangelizados; no sentido de que precisam conhecer o Evangelho da Graça de Deus.
O mais é nunca esquecer de tudo o que está dito acima! — lembrando sempre que sem amor nada disso lhe aproveitará!
Nele,
Caio Fábio
P.S.O que adianta conhecer a palavra e continuar PRATICANDO MENTIRAS? O que adianta conhecer a palavra e continuar com a “cara lavada”, de DISSIMULADO? Aquela carinha de contrito, sabe? De coitado, mas que no fundo-no fundo sabe muito bem o que está fazendo (fez). O que adianta conhecer a palavra para essas pessoas? Para justificar “santidade” disfarçada para encobrir a sujeira que está embaixo do tapete? Me desculpem, mas to escaldado dessa gente e com meu saco cheio!
O amor acaba? O cara disse. Numa esquina, num domingo, depois do teatro e do silêncio, na insônia, nas sorveterias, como se lhe faltasse energia. Ele não volta? Não deixa rastro ou renasce? Na esquina em que se beijaram uma vez, lá está, na sombra apagada pela luz, na poeira suspensa, na revolta da memória inconformada.
Na solidão, lá vem ele, volta, com lamento, um quase desespero, e penso nos planos perdidos, que vida sem sentido... Na insônia, o amor cai como uma tonelada de lápide, e se eu tivesse feito diferente, e se eu tivesse sido paciente, e se eu tivesse insistido, suportado, indicado, transformado, reagido, escutado, abraçado? Na sorveteria, ele volta, o amor, em lembranças. Porque aquele sabor era o preferido dela, aquela cobertura era a preferida dela, aquela sorveteria era a preferida dela, aquela esquina, aquele bairro, aquele clima, aquela lua, aquele mês, aquela temperatura, aquela raça de cachorro, aquele programa de fim de tarde e aquele horário sem planos...
No elevador, quantas saudades daqueles segundos em silêncio, presos na caixa blindada, vigiados por câmeras camufladas, loucos para se agarrarem, rirem, apertarem todos os botões, tirarem a roupa, escreverem ao lado do Atlasado: “Eu te amo”. Saudades é amor. Não se tem saudades do que não se amou.
O amor não acaba, porque tenho saudades, me lembro dela, me preocupo com ela, torço por ela, e se sonho com ela, meu dia está feito. O amor não pode acabar, porque sem ela ou sem a esperança de revê-la, até a chance de tê-la de volta, não vejo a paz. Ela é uma trégua na minha guerra pessoal contra a minha paixão por ela. Amá-la me faz bem. Mesmo que ela não me ame, amo amá-la. Continuei amando desde o dia em que terminou. Passei meses amando como se não tivesse acabado. Ficaria anos amando mesmo se não tivesse voltado.
O amor não acaba, muda. O amor não será, é. O amor está. Foi. Nas tantas músicas que ouvimos, que dançamos colados, trilhas das noites frias em que você sentava em mim nua, enquanto os meus braços imobilizavam os seus. Amor. O não-amor é o vazio. O antiamor também é amor. Eu te amava quando você respirava no meu ouvido. Lembra do meu dedo dentro de você? Amo-te, amo-te, amo-te. Instante secreto, sua boca incha, seus olhos apertam, suas unhas me arranham e você diz: Eu te amo!
O amor acabou quando você se foi? Você sentiu saudades das minhas paredes, das cores das minhas camisas, da umidade da minha boca, do cheirinho do meu travesseiro, da minha torrada com mel, das noites pelados assistindo à tevê, dos vinhos entornados no lençol, do café da manhã com jornal, você sentiu falta de atravessar a avenida comigo de mãos dadas, de correr da chuva, de eu te indicar um livro, do cinema gelado em que vimos o filme sem fim, torcendo para acabar logo e ficarmos a sós, você sentiu falta da minha risada, inconveniência, de eu ser seu amante, noivo, amigo e marido, dos meus olhos te espiando, dos meus dentes mordendo e mastigando, ficou tanto tempo longe e pensou em nós especialmente bêbada ou louca, queria me ligar, me escrever, meu cheiro aparecia de repente, meu vulto estava sempre ali, acaba?
Diz que acaba. Como acaba? Não acaba. Diz, não acaba. Repete. Falei? Não acaba. Pode virar amor não-correspondido. Pode ser amor com ódio, paixão com amor. Tem o amor e o nada. Ah, mais uma coisa. Antes que eu me esqueça. O amor não acaba. Vira. Se acabar, não era amor.